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A deficiência na CAMPANHA DA FRATERNIDADE da IGREJA CATÓLICA


Autoria: Lista Forum Agenda - Rede SACI / Maria Amélia Vamp
Data: 11/1/2006
Resuno:
Transcrito do folheto de missa de domingo ? 6.1.2006, -- de igreja católica de Jundiaí, S. Paulo por Maria Amélia Vampré Xavier Comentário SACI: Acreditamos que muitos conheçam Maria Amélia, uma referência em nossa área; ela é mãe de um rapaz com deficiência mental e, há muitos anos (seguramente mais de 25), dedica-se a traduzir voluntariamente documentos e artigos sobre o tema da Deficiência, além de alimentar, generosamente, uma rede mundial de contatos.


A deficiência na CAMPANHA DA FRATERNIDADE da IGREJA CATÓLICA - 2006 Lista Forum Agenda - Rede SACI 11/01/2006 Transcrito do folheto de missa de domingo ? 6.1.2006, -- de igreja católica de Jundiaí, S. Paulo por Maria Amélia Vampré Xavier Comentário SACI: Acreditamos que muitos conheçam Maria Amélia, uma referência em nossa área; ela é mãe de um rapaz com deficiência mental e, há muitos anos (seguramente mais de 25), dedica-se a traduzir voluntariamente documentos e artigos sobre o tema da Deficiência, além de alimentar, generosamente, uma rede mundial de contatos. Maria Amélia Vampré Xavier Deus, quando me deu alguns desafios difíceis a serem encarados nesta vida, me proporcionou também a oportunidade, a honra, de conhecer gente do mais alto valor humano. Desta vez, dessa multidão de gente iluminada que conheço quero destacar o profundo carinho que tenho por minha amiga a professora Gema Galasso, de Jundiaí, Estado de São Paulo, uma educadora de escol. Gema, ao se aposentar, além de tudo que promove, faz um concurso de poesia entre seus alunos e ex-alunos, valorizando o trabalho desses jovens, ainda dedica longas horas ajudando famílias de pessoas drogadas e seus filhos, todo o imenso oceano de sofrimento que a humanidade tem de atravessar nesta fase terrena. O que Gema Galasso faz por essa gente pobre e excluída na instituição (acho que é espírita, Vinha de Luz), é de valor inestimável. Gema, com a qual me correspondo com pouca freqüência devido a nossa vida agitada, ela e seu trabalho social em Jundiaí, eu, metida nesse montão de documentos que me chegam de todo o mundo, ficou sabendo que fiquei doente e me escreveu esta carta que transcrevo por mostrar o seu espírito solidário e cheio de fé. Sou católica, má católica pois há meses que não entro numa igreja, mas tenho amigos e parentes protestantes, judeus, budistas, sem religião, e de todos eles sempre aprendo alguma coisa sobre a vida: ?Oi, Maria Amélia! Está melhor? Como dizia meu pai ?ainda não é hora de entregar a rapadura...? Estou lhe enviando o folheto da missa de hoje. Chamou-me a atenção a Campanha da Fraternidade a ser desenvolvida este ano. Acho que você vai gostar! Pretendo acompanhar de perto a Campanha da Fraternidade deste ano. Vou conversar com o Padre José Roberto, que foi meu aluno e é muito voltado às obras sociais voltadas às minorias. É uma pessoa formidável! Um abraço e muita força! Gema Eis o trecho que impressionou Gema: Pessoas com deficiência ? Campanha da Fraternidade O nascimento de um bebê com deficiência, ou algum acontecimento que torne alguma criança ou jovem uma pessoa com deficiência, põe a família, principalmente os pais, em contato com um mundo de informações, sentimentos e necessidades totalmente novas e inesperadas. Nem sempre os profissionais de saúde estão preparados para dar essa notícia aos pais. A maioria limita-se a apresentar uma doença, um acidente, uma deficiência, uma síndrome, e não uma pessoa humana. O núcleo familiar é o primeiro espaço de inclusão da pessoa com deficiência.Quando a família se põe, solidária e positivamente, a favor da pessoa humana, as deficiências e limitações quase sempre são naturalmente superadas. Mas muitos contravalores da sociedade trabalham no sentido contrário, pela exclusão. A família sofre desgaste na convivência diária com o filho diferente e luta contra o medo do fracasso e do isolamento. A carga maior recai sobre a mulher. Ela cuida mais freqüentemente do filho com deficiência, fazendo o papel de pai, mãe e enfermeira. Os irmãos exigem tratamento igualitário, e as cobranças dos pais no auxílio aos cuidados podem causar desagregação familiar. O contato com pais de crianças mais velhas com a mesma deficiência é valioso, mas falta o apoio de redes de solidariedade e informação. Bastaria um pouco mais de organização e empenho. Os pais precisam desses outros pais, capazes de trazer uma palavra de conforto, indicar um caminho, conversar sobre alternativas de terapias na região e transformar-se em novos amigos. As comunidades eclesiais e as pastorais poderiam cumprir grande papel nessa situação, mas sua presença ainda é muito tímida. Uma frase deveria ditar nossa conduta: ?O que fizestes a um destes mais pequenos, foi a mim que o fizestes? (Mt 25, 40) Chico Pirata Cumprimento o padre José Roberto, de Jundiaí, Estado de São Paulo, e principalmente me congratulo com ele pelas suas nobres intenções, tendo tido a sorte de ter uma professora do estofo maior de Gema Galasso. E você, Gema, tão amiga de meu filho Ricardo que tem deficiência grave, pela imensa capacidade de se doar a seus semelhantes; Deus ilumine o seu caminho e de todos com que você convive! Carinho Maria Amélia Vampré Xavier, São Paulo, 11 de janeiro de 2006. Fenapaes, Rebraf, Carpe Diem, Sorri Brasil, Inclusion Interamericana

 
 
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