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Aprimorando a Percepção, Inteligencia e Aspectos Cognitivos em crianças e adolescentes com SD


Autoria: Fundación Síndrome de Down de Cantabria, Espanha
Data: 18/6/2005
Resuno:
Consideramos de suma importância conhecer bem as características psicológicas de crianças e jovens com síndrome de Down, pois, como afirmam os especialistas da Fundación Síndrome de Down da Cantábria, só poderemos realizar programas educacionais realmente eficientes se professores de um lado, familiares, voluntários, amigos, todos nós, tenhamos conhecimento de como são as crianças, jovens e adultos com essa síndrome.


(Dados colhidos na Internet sobre curso dado em 2004 pela Fundación Síndrome de Down de Cantabria, Espanha Psicólogo Emilio Ruiz Rodriguez ) Consideramos de suma importância conhecer bem as características psicológicas de crianças e jovens com síndrome de Down, pois, como afirmam os especialistas da Fundación Síndrome de Down da Cantábria, só poderemos realizar programas educacionais realmente eficientes se professores de um lado, familiares, voluntários, amigos, todos nós, tenhamos conhecimento de como são as crianças, jovens e adultos com essa síndrome. A ATENÇÃO .A atenção varia em função do interesse que a tarefa desperta (motivação). .Dificuldade de manter a atenção, sobretudo durante períodos de tempo prolongados. .Facilidade de se distrair frente a estímulos diversos que apresentem novidades. Sugestões de intervenção: .É preciso programar exercícios para que aumentem seus períodos de atenção. .Atividades variadas e amenas. .É conveniente olhar para eles quando lhes falamos, comprovar que estão prestando atenção, eliminar estímulos que distraiam quando se estiver trabalhando com eles, apresentar-lhes os elementos de um a um, e evitar mandar-lhes diferentes mensagens e estímulo aos mesmo tempo. .Não se deve confundir falta de atenção com demora na resposta, algo que ocorre habitualmente, já que seu período de latência (tempo que demoram em responder) é muito longo. A PERCEPÇÃO .Melhor percepção e retenção visual que auditiva. .Seu umbral de resposta geral diante de estímulos é mais elevado. Sugestões de intervenção: .Deve-se apresentar a estimulação sempre que seja possível através de mais de um sentido (multisensorial) .Modelagem ou aprendizado por observação, a prática de conduta e as atividades com objetos e imagens são muito adequados. A INTELIGÊNCIA .A SD é sempre acompanhada de deficiência ou descapacidade intelectual (não mental) em graus diferentes. .Nível intelectual se situa em torno de deficiência leve ou moderada, geralmente. .Obtém melhores resultados nas provas manipulativas do que nas verbais. .É difícil para eles generalizar o que aprendem. .Precisam de mais tempo para responder. .É difícil para eles entender várias instruções dadas em ordem seqüencial (seguidas). Sugestões de intervenção: .Não se deve esquecer que têm deficiência intelectual. É preciso falar com eles mais devagar; se não entenderem as instruções dadas, repeti-las com outros termos diferentes mais simples. .É preciso dar a eles o tempo que precisarem. .Trabalhar partindo do concreto para o abstrato, do manipulativo ao intelectual. OS ASPECTOS COGNITIVOS .Dificuldades de lidar com diversas informações. .Lentidão em processar e codificar a informação e dificuldade de interpretá-la. .Para eles são difíceis os processos de conceitualização, abstração, generalização e transferência dos aprendizados. Sugestões de intervenção: .É conveniente falar com eles devagar, com mensagens breves, concisas, simples, diretas e sem sentido duplo. .É preciso dar tempo para que respondam, sem nos adiantarmos sobre sua possível resposta. .É preciso explicar-lhes até as coisas mais simples, não dando como coisa certa que sabem alguma coisa que não demonstram fazendo-a. .A programação deve prever a generalização e a manutenção das condutas. Traduzido do espanhol e digitado em São Paulo por Maria Amélia Vampré Xavier Grupo de Informações da Rebraf ? Área Internacional Associação Carpe Diem/filiada a Inclusion InterAmericana Conselho Consultivo da Ass. Sorri Brasil, SP Diretora para Assuntos Internacionais da Federação Nacional das APAEs Consultora de Comunicação de Inclusion InterAmericana Grupo Tarefa de Comunicação de Inclusion International em 18 de julho, 2005

 
 
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