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[20/07/2008] O GRITO DOS DEFICIENTES - Jornal A TARDE

DIREITOS

Fonte: Levi Vasconcelos, do A TARDE em 19.07.2008


O grito dos deficientes Os deficientes de Salvador entraram no olho do furacão político. Alvos de intensa polêmica por conta da Lei 7.201/07, que limita o acesso ao transporte gratuito, lotaram as galerias da Câmara de Vereadores ontem, numa audiência pública convocada pela vereadora Aladilce Souza (PCdoB), com a presença do candidato do PT a prefeito, Walter Pinheiro. No meio da sessão, um grupo começou a gritar: "Virou comício! Virou comício!". A segurança da Casa botou os manifestantes, ao que se disse, partidários do prefeito João Henrique, na rua. Lá estavam deficientes físicos, auditivos, visuais e com transtornos mentais, que postularam tal direito e não conseguiram, sob o argumento de que há muitas fraudes. Doente mental e hemofílicos têm direito à gratuidade? Aí está o xis da questão: um lado diz que sim, a lei, defendida por alguns vereadores, diz que não. No time do "sim" está a promotora Silvana Almeida, do Grupo de Defesa das Pessoas com Deficiência, para quem o argumento da fraude é falacioso. "Fraude se combate com polícia e fiscalização e não com uma lei discriminatória", diz ela. O time do "não" fala que o debate está politizado. Se assim o é, que bom. Demagogia é fingir que o problema dessa gente, sem dinheiro e sem saúde, não é nosso. Ainda os deficientes A palavra de Agenor É irônico, mas o autor da Lei 7.201/07 que tanta polêmica causa é o vereador Agenor Gordilho (DEM), por acaso, um deficiente físico. Diz ele que a pretensão foi exatamente de moralizar a questão, já que, Salvador tinha 36 mil pessoas cadastradas e de uma hora para outra o número subiu para 70 mil. "Não se fabrica deficientes. A lei é para beneficiar deficiente e não doente". Cita que é comprometido com os deficientes e vai continuar sendo, apesar de não ser candidato à reeleição (após três mandatos). – Isso onera tarifas. E não se pode jogar tudo nas costas das empresas. Temos que debater também sobre a conta.

 
 
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